"Meu filho foi enterrado como marginal", desabafa pai de jovem morto pela polícia
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| (Foto: Arquivo Pessoal) |
O cabo da Polícia Militar de Sergipe, Djalma Santos, utilizou o Facebook para desabafar sobre a morte do filho David Philipe Mota Santos, 17 anos. O crime aconteceu no dia 12 de março de 2014, no Parque dos Faróis, em Nossa Senhora do Socorro (SE).
Três policiais militares foram indiciados pela morte do adolescente David. O inquérito foi concluído pela delegada de homicídio da Polícia Civil, Tereza Simony. Segundo o inquérito, o jovem estava desarmado no momento em que os policiais realizaram a abordagem. Os indiciados responderão por crime contra a vida ou homicídios simples e crime contra a administração da justiça e fraude processual, já que os policiais tentaram plantar um revólver na cena do crime.
Desabafo
"A todos eu digo, a falta e o vazio é grande, nada trará meu filho à vida, David Philipe foi assassinado e enterrado como um marginal que confrontou com policiais da RP (Radio Patrulha). Mas diante da justiça de DEUS e da justiça dos homens sempre mantive-me firme, pés no chão, já são quase 1 ano, vivi momentos até de desilusão por conta comentários vazios proferidos por quem não conhecia meu filho, a justiça tarda mas não falha, esta sendo provado por tudo e por todos quem são realmente os verdadeiros marginais, ora travestidos de policiais militares", publicou em seu perfil no Facebook.
Entenda o caso
Na versão apresentada pelos policiais, a guarnição realizava o policiamento na região quando avistou dois elementos suspeitos em um ciclomotor azul. Durante a abordagem, deram voz de prisão quando o jovem que estava na garupa sacou um revólver calibre 38, forçando o policial a efetuar um disparo de arma de fogo que atingiu a cabeça de David. Mas o inquérito desmentiu a versão apresentada e mostra que a vítima estava desarmada e que os policias tentaram plantar um revólver na cena do crime.
Três policiais militares foram indiciados pela morte do adolescente David. O inquérito foi concluído pela delegada de homicídio da Polícia Civil, Tereza Simony. Segundo o inquérito, o jovem estava desarmado no momento em que os policiais realizaram a abordagem. Os indiciados responderão por crime contra a vida ou homicídios simples e crime contra a administração da justiça e fraude processual, já que os policiais tentaram plantar um revólver na cena do crime.
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| Pai utilizou o Facebook para desabafar |
"A todos eu digo, a falta e o vazio é grande, nada trará meu filho à vida, David Philipe foi assassinado e enterrado como um marginal que confrontou com policiais da RP (Radio Patrulha). Mas diante da justiça de DEUS e da justiça dos homens sempre mantive-me firme, pés no chão, já são quase 1 ano, vivi momentos até de desilusão por conta comentários vazios proferidos por quem não conhecia meu filho, a justiça tarda mas não falha, esta sendo provado por tudo e por todos quem são realmente os verdadeiros marginais, ora travestidos de policiais militares", publicou em seu perfil no Facebook.
Entenda o caso
Na versão apresentada pelos policiais, a guarnição realizava o policiamento na região quando avistou dois elementos suspeitos em um ciclomotor azul. Durante a abordagem, deram voz de prisão quando o jovem que estava na garupa sacou um revólver calibre 38, forçando o policial a efetuar um disparo de arma de fogo que atingiu a cabeça de David. Mas o inquérito desmentiu a versão apresentada e mostra que a vítima estava desarmada e que os policias tentaram plantar um revólver na cena do crime.



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