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Esperança: o sentimento que nos move

Verdade é; esperança pode ser o mais desastroso sentimento. Muitos têm esse sentimento porque algo em suas mentes os impulsionam. A confiança que atos passados não se repetirão no futuro nos leva a tê-lo. Isso porque a crença na bondade das pessoas pode nos cegar. Às vezes criamos expectativas além do que é evidente.

Desta feita, imaginamos a mudança. A não repetição de algo que no passado nos afetou, mas nossa crença é abatida e novamente nós nos encontramos diante da questão; somos nós ou o próximo? A esperança sobre algo ou alguém pode nos destruir, nos causar angústia e ainda piorar; nossa visão sobre os demais. Sobre os que virão.

A coisa pode se transformar em um círculo vicioso e nesse momento parece até comodismo. E isso chega a níveis elevados. O círculo pode ser quebrado. Ou continuar. Pode demorar, mas com insistência facilmente será destruído. Então a esperança vai-se junto ao desfecho. Não é fácil, muitos dizem ser impossível não ter esperança nas pessoas, mas isso pode ser feito, se assim o desejar. Basta disciplina, se lembrarmos dos ensinamentos estoicos. Mas existem as mais esperançosas. Pessoas que em momento algum perdem a esperança no homem.

Pessoas que ainda têm esperança de mudança são aquelas que acreditam que seres humanos não são objetos descartáveis, que você usa e joga fora. São aquelas pessoas que acreditam na mudança das pessoas e do mundo. Essas pessoas são aquelas que acreditam no próximo, nem que seja só um pouquinho. Enquanto outras pensam em abandonar o barco ao leve sinal de problema.
O que fazer? Começar a perder a esperança aos poucos é a primeira coisa que nos vem à mente. Ou pensamos que a esperança é mesmo um mal em nossas vidas e a tiramos de imediato. Mas ainda existem as pessoas que mantêm uma fagulha acesa.

Então, o que você quer manter?
Por Edivan Santtos
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