Sintrase realiza assembléia e pode entrar em greve
Na manhã desta quinta-feira, 12, o Sindicato dos Trabalhadores nos Serviços Públicos do Estado de Sergipe (Sintrase) reuniu a categoria para discutir uma avaliação das negociações pós-greve. Depois de uma semana de paralisação, as atividades foram normalizadas no último dia 23 de maio por conta de uma de uma decisão judicial que decretou a greve como ilegal.
De acordo com um membro da comissão de negociação do plano, no final da tarde desta quarta-feira, 11. "O secretário de Orçamento, Planejamento e Gestão, convocou uma reunião com a direção do Sintrase. O secretário lançou uma proposta: Em um primeiro momento as negociações contemplariam os funcionários da educação, que atualmente são os mais mal pagos, recebendo menos de um salário mínimo. Depois de resolver o caso educação, as outras categorias teriam suas questões resolvidas.", disse o membro da comissão de negociação.
Durante a assembléia os trabalhadores ficaram sabendo da proposta e aceitaram dar prosseguimento às negociações na condição de que em 15 dias, o governo apresente avanços. “Até hoje, o governo Marcelo Déda não vem respeitando as negociações. Ele dá início, mas corta sem maiores explicações, sempre alegando que o estado não tem dinheiro. Explicação que não acreditamos, pois existiu dinheiro para as outras categorias e para nós nada”, disse.
O Sintrase exige melhor condições de trabalho, os vigilantes estão sendo obrigados a trabalhar aos sábados, domingos e feriados sem receber uma gratificação a mais.
O Sintrase definiu em assembléia que será realizada uma reunião no dia 26 de julho.
Caso as negociações não avancem, a categoria poderá deflagrar greve por tempo indeterminado.

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